Massingue defende um sector privado mais forte e competitivo em Moçambique

O Presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Álvaro Massingue, reafirmou a necessidade de um sector privado mais forte, unido e competitivo como base fundamental para o crescimento económico do país.

A declaração foi feita durante a XXXIX Assembleia Geral da CTA, realizada no dia 30 de Abril, onde foram aprovados o Relatório de Actividades e Contas de 2025, bem como o Plano de Actividades e Orçamento para 2026.

Segundo Massingue, o ano de 2025 foi marcado por avanços significativos no fortalecimento do diálogo público-privado, na melhoria do ambiente de negócios e na consolidação do associativismo empresarial em Moçambique. Destacou ainda a expansão da rede da CTA, com a adesão de novas associações e empresas, sinalizando o dinamismo crescente do sector privado nacional.

O dirigente sublinhou igualmente a realização de missões empresariais internacionais, o reforço da representatividade provincial e a criação de instrumentos estratégicos como o Bureau de Conteúdo Local, considerado essencial para garantir maior participação das empresas moçambicanas na economia.

Para 2026, a CTA projeta um ano de maior ambição e responsabilidade, centrado no aumento da competitividade, atração de investimentos, geração de emprego e aceleração do desenvolvimento económico.

O sector privado não pode ser apenas espectador, deve ser protagonista do crescimento económico de Moçambique”, afirmou Álvaro Massingue, reforçando o compromisso da CTA com a transformação económica do país.

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